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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Especial Semana Global do Empreendedorismo…

Mini SGEA Semana Global de Empreendedorismo na FGV-EAESP foi um sucesso. A Semana, que é uma ação coordenada pela Endeavor em 131 países,  foi realizada pelo FGV-CENN no campus da FGV (9 de Julho) nos dia 12, 13 e 14 de Novembro. Segundo Marcos Barcellos, Coordenador  de Projetos do CENN, "conseguimos atingir nosso objetivo maior, que é o de engajar o público (alunos e interessados) no ecossistema do Empreendorismo". 'Se existe um sonho, existe um caminho', foi a partir deste mote que a Semana mesclou: painéis, casos de negócios, mesas de discussão, palestras, jogos de negócios e até um coquetel de networking. As ações contaram com o apoio da PEGN, Anjos do Brasil, DEMO Brasil, Lide Futuro, Empresa Junior GV, Endeavor Brasil e Alumni FGV. Além disso, como patrocinadores o CENN contou com a 'Baptista e Luz Adovgados' e o portal de tecnologia 'Vouclicar.com'. Ambos,  possibilitaram que todos os eventos fossem gratuitos e aberto ao público! Aguardem, 2014 será ainda melhor!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Tese sobre incubadoras brasileiras, defendida na Universidade de Antuérpia.

foto JohannaO prof. Tales Andreassi coordenador do FGVcenn participou, em 12 de setembro, da banca de defesa da tese de doutorado de Johanna Vanderstraeten, ocorrida na Universidade de Antuérpia, na Bélgica.

Acesse: http://migre.me/gllGm

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Oportunidades no mercado de startups

Há um número crescente de organizações interessadas em apoiar iniciativas na educação, com grandes investimentos. As grandes empresas de educação são focadas em sistema de ensino apostilado e, nesse caso, as startups são mais ágeis e flexíveis para produzir produtos inovadores, especialmente em tecnologia, o que dá vantagem a elas no mercado.

O potencial de investimento em novos serviços e produtos foi estimado em R$ 60 bilhões no mercado pesquisado, que engloba os estados de Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, responsáveis, juntos, por metade do orçamento público da educação do país.

Um estudo realizado mostrou que faltam soluções voltadas à gestão administrativa e educacional, como sistemas de informação para controle de faltas e de planejamento. Outro campo aberto é a área de serviços financeiros. O país precisa de mais empresas que concedam, facilitem ou organizem crédito a alunos.

Segundo Marcelo Marinho Aidar, professor de empreendedorismo da FGV-EAESP, há fundos de impacto social dispostos a investir em empresas que ajudam a melhorar indicadores educacionais. “Esse tipo de fundo quer que os investimentos tenham retornos tanto financeiros quanto sociais”, completa o professor.

Públicada originalmente por FGV-EAESP,  dia 09/10/2013.

Fonte: http://eaesp.fgvsp.br/post/oportunidades-no-mercado-de-startups

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

FGV lança competição de plano de negócios sociais

Transforma Brasil - Logo

Imaginar soluções empreendedoras para problemas sociais tem sido uma opção crescente dos jovens brasileiros. Mas, na hora de colocar a ideia em prática, muitos ainda esbarram em um ponto fundamental de desenvolvimento: o plano de negócios.

Para ajudá-los a ultrapassar essa etapa e ainda estimular a criação e a implementação das ideias, a FGV-Cenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas) lança o "Transforma Brasil", um competição de plano de negócios sociais aberta a universitários de todo o país, que está com inscrições abertas até o dia 1 de setembro.

Dividido em seis etapas, o programa irá escolher, na primeira triagem, 15 grupos que participarão de um curso de capacitação. Depois, haverá uma avaliação dos melhores planos de negócios sociais, na qual restarão apenas dez concorrentes. Nessa fase, todos terão direito a receber auxílio de mentores. No final, os jurados irão premiar três projetos.

O primeiro colocado terá uma viagem paga para o evento da aceleradora "Ashoka U", que acontece em fevereiro de 2014, nos Estados Unidos, e o segundo e o terceiro finalistas irão conhecer um negócio social na América Latina e no Brasil, respectivamente.

"Os alunos estão cada vez interessados nessa área. Estamos em um momento muito interessante de convergência entre o empreendedorismo tradicional e o empreendedorismo social. À medida que as ideias ficam com mais perfil de negócio do que de ONG, ficamos mais entusiasmados", diz Marcelo Marinho Aidar, 50, coordenador-adjunto da FGV-Cenn.

Além da oportunidade de aperfeiçoar os projetos com base nos feedbacks de avaliadores, mentores e jurados, os participantes serão expostos durante o programa a potenciais investidores.

Para as estudantes de administração pública Maria Flávia Stecca Sartori, 21, e Manuela Lourenço do Amaral, 21, a competição vem de encontro com o desejo que as duas têm de usar o conhecimento acadêmico em um negócio que gere transformação social. "É muito necessário que oportunidades como essa aconteçam para estimular dentro da universidade a opção por outros caminhos", diz Sartori.

Entre os critérios de avaliação que envolvem inovação, impacto social, recursos e competências, Aidar frisa a importância da viabilidade econômica e o potencial de mercado dos negócios.

"Não é só possível fazer o bem e ganhar dinheiro, é também desejável. Porque iniciativas que dependem apenas de doações têm problemas de sustentabilidade financeira a médio e longo prazo. Já os negócios sociais têm maiores chances de se manterem", afirma.

Os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site www.transformabrasil.


Públicada originalmente por FOLHA DE S. PAULO: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2013/08/1328550-fgv-lanca-competicao-de-plano-de-negocios-sociais.shtml

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Região norte é a mais empreendedora do país, aponta estudo da EAESP

Pesquisa realizada pelo Centro de Empreendedorismo e de Novos Negócios (GVcenn) da  Escola de Administração de Empresas da FGV em São Paulo (EAESP) nos estados do Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) revela que os moradores da região são os mais empreendedores do país.
A taxa de empreendedorismo da localidade, que possui 16 milhões de habitantes, equivale a 8,5% da população brasileira e é responsável por 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo e de Novos Negócios da EAESP, Tales Andreassi, a taxa de empreendedores iniciais na região é de 17,9%, ante 15,4% da média brasileira. O especialista afirma que os números do Norte do país revelam que o empreendedorismo regional é estimulado por impulso, não é conduzido por planejamento corporativo e, muitas vezes, é a única possibilidade de sobrevivência.
O levantamento feito pela EAESP destaca que a maioria dos empreendedores iniciais – com empresas até 42 meses de funcionamento – são homens a partir dos 35 anos, com primeiro grau completo. Já entre os consolidados, as maiores taxas são de homens entre 55 e 64 anos, com primeiro grau incompleto e faixa de renda de mais de nove salários.
O estudo aponta ainda que fatores como o recente crescimento econômico regional, a possibilidade de alavancar a renda mensal e a escassez de emprego formal são possíveis razões que explicam as elevadas taxas de empreendedorismo no Norte do Brasil.


Públicada originalmente por FGV notícias: http://fgvnoticias.fgv.br/noticia/regiao-norte-e-mais-empreendedora-do-pais-aponta-estudo-da-eaesp